Musicalidades Variadas
Gosto muito de música e danças!
24 de Novembro de 2009

publicado por Chicailheu às 15:08 link do post
24 de Novembro de 2009

 

Herman José von Krippahl (Lisboa, 19 de Março de 1954) é um humorista, cantor, actor e entertainer português.

 

Cresceu em Lisboa, sendo filho de pai alemão e mãe portuguesa. Com quatro anos de idade protagoniza os filmes do seu pai, cineasta amador. Aos cinco anos vai para o Kindergarten, na Deutsche Schule Lissabon (Escola Alemã de Lisboa). Tem um comportamento e resultados pouco lineares, à medida que vai tendo primeiros contactos com o teatro e a música. Estudava ainda quando comprou a sua primeira viola-baixo.

Através da música conhecerá a vida artística.

Por volta dos 18 anos de idade tem as primeiras aparições na televisão, em No Tempo Em Que Você Nasceu, integrando o grupo residente In-Clave, dirigido pelo maestro Pedro Osório. É também nessa altura que a PIDE lhe faz um ultimato – ou se naturaliza português e cumpre o serviço militar, ou terá que ir para a Alemanha, como alemão. Herman José opta pela nacionalidade alemã e pensa matricular-se num Curso Superior em Munique.

No entanto, com o 25 de Abril de 1974, acaba por permanecer em Portugal e, em Outubro desse ano, estreia-se no teatro, contracenando com Ivone Silva, José de Castro, João Lagarto, entre outros no Teatro ABC. A peça, empresariada por Sérgio de Azevedo, era Uma no Cravo, Outra na Ditadura, assinada por José Carlos Ary dos Santos, César de Oliveira e Rogério Bracinha. É levado por Nicolau Breyner a estrear-se na televisão em 1975, participando na rábula Sr. Feliz e Sr. Contente. Os críticos diriam, pouco tempo depois, que Herman «metera o veterano ao bolso».

Não abandona a música e, em 1977, edita Saca o Saca-Rolhas, que alcançou o Disco de Ouro. Durante cinco anos percorre o país em espectáculos de província onde debita anedotas, canta, inventa personagens e improvisa. Em 1980 A Canção do Beijinho é novamente Galardão de Ouro. Nesse mesmo ano a criação do personagem Tony Silva («O "creador" de toda musica Ró» latino-romântico de brilhantina e lantejoulas que retratava a sociedade nas suas canções) conquista o grande público n' O Passeio dos Alegres, emitido nas tardes de Domingo, na RTP, com Júlio Isidro.

Em 1983, ano da sua participação no Festival da Canção com o tema A Cor do Teu Baton, O Tal Canal, permite a unanimização à volta do seu humor, numa dos seus mais profícuos trabalhos. A sua equipa regressa em Hermanias (1984). Humor de Perdição (1987) envolve o humorista numa polémica, após a proibição por parte do Conselho Administrativo da RTP, das entrevistas históricas, rubrica permanente do programa, sendo a série suspensa precisamente quando estava para ser transmitida a 'entrevista' à Rainha D. Isabel. Data também de 1987, a participação no cinema, com Artur Semedo, em O Querido Lilás, de Artur Semedo.

Só regressa à televisão em 1990, com Casino Royal, uma mistura de noite de teatro com programa de variedades. Ainda no início da década de 1990 entrega-se à apresentação de concursos como Com a Verdade M' Enganas e A Roda da Sorte, para, logo de seguida, apresentar Parabéns (1993), onde inaugura um espaço talk-show, trazendo, entre outros, Mário Soares, Roger Moore e Cher.

Em 1996 deixa o Parabéns, após a censura da rubrica Última Ceia que juntou cem mil assinaturas num abaixo-assinado a reclamar a proibição daquela rábula. Regressa com Herman Enciclopédia (1997), com duas séries de sucesso, de onde saem figuras o provedor Diácono Remédios ou Melga e Mike das televendas. Para 1998, altura em que Lisboa recebeu a Exposição Mundial lança Herman98 e depois Herman99.

 

Em 2000 muda-se para a SIC, apresentando aos Domingos, o talk-show HermanSIC, mantendo, contudo uma equipa de actores, constituída por Maria Rueff, Joaquim Monchique, Ana Bola, Maria Vieira, Manuel Marques, Vítor de Sousa e, durante algum tempo, Nuno Lopes. Em 2007 estreia Hora H, à semelhança de outros programas do actor está dividido em sketchs humorísticos. Apesar do fracasso, foi nomeado como Melhor Programa de Humor, no único festival da especialidade: o Festival de Humor de Monte Carlo.

É um dos proprietários do Teatro Tivoli em Lisboa (Avenida da liberdade).

Paralelamente à televisão Herman desenvolveu nos anos 80 intensa actividade de humorista radiofónico, primeiro na Rádio Comercial, passando pela TSF e por fim criando a Hermandifusão Portuguesa na Antena1/RDP, em duas edições diárias num simultâneo com a RDP Internacional, RDP África, Madeira e Açores.

No dia 13 de Janeiro de 2007, no programa Os Grandes Portugueses, Herman José ficou em 70º lugar na lista dos 100 maiores portugueses de sempre. No dia 1 de Abril de 2007 é lhe atribuído o Globo de Ouro de Mérito e Excelência, fora esse recebeu mis doze tornando-se assim dos artistas mais premiados com estes prémios se não mesmo o mais premiado.Outros dos prémios que recebeu foi o "Prémio Personalidade Masculina Portuguesa" do Canal Biography em 2008.Já em 2009 pela ATV foi classificado como a revelação do ano de 2008 no panorama da televisão portuguesa.

Em Maio de 2008 o apresentador lançou o Chamar a Música em Portugal, concurso que teve no ar durante a época de verão de 2008 alcançando optimos resultados de audiencias, na epoca de natal foi feito um programa especial com famosos em que foram registadas das mais elevadas audiencias da estação naquela altura, e em Setembro de 2008 volta a apresentar o concurso Roda da Sorte na SIC [2], concurso esse que foi retirado do ar passados aproximadamente 2 meses e pouco quando atingia os niveis que a Sic pertendia .

Neste momento, Herman está na TVI a apresentar Nasci P'ra Cantar desde Julho de 2009 até Setembro de 2009, altura em que o seu contrato com a TVI termina. Também em julho de 2009 lançou o álbum Adeus, vou ali já venho, com músicas inéditas.


 

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18 de Novembro de 2009

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18 de Novembro de 2009

Maria Fernanda Pereira de Sousa (Lisboa, 11 de Novembro de 1959), de seu nome artístico Ágata, é uma cantora portuguesa.


 Biografia


Aos catorze anos gravou aquele que foi o seu primeiro trabalho discográfico intitulado "Heróis Trabalhadores". Nesse ano entrou para o Centro de Preparação de Artistas da Emissora Nacional, onde frequentou o curso de música e arte.

Em 1974 gravou o disco "Já não estou sozinha". Percorre o país ao lado de grandes nomes da canção portuguesa, como António Calvário, Tony de Matos, Maria de Lourdes Resende, Fernando Farinha, entre muitos outros.

Tinha apenas 17 anos quando integrou a formação das Cocktail com quem grava vários discos. Conjuntamente com Tozé Brito, empresta a sua voz ao tema da série "Abelha Maia".

Em 1979 gravou o tema "Caso Meu" da telenovela brasileira "Dona Xepa" e interpretou em dueto com Art Sullivan o tema "L'amour a la Française".

Participou no Festival RTP da Canção em 1982, com o tema "Vai mas Vem" que lhe valeu o Prémio de Revelação do Ano.

Fez espectáculos de Verão com as Doce, onde permaneceu até à extinção do grupo.

Em 1986 é editado o single "Quentinha e boa", e cerca de um ano depois "Amor Latino", seguindo-se "Louca por ti" dirigido por Toy.

Mudou de nome artístico para Ágata. Nesse ano, verificou-se também a mudança de editora e, com a colaboração de Ricardo Landum, gravou o álbum “Perfume de Mulher”. Atingiu o seu primeiro disco de platina. Um êxito que se manteve por 52 semanas no Top do Made In Portugal.

Em 1995 seguiram-se mais alguns sucessos como “Maldito Amor”, “Tudo foi por ciúme”, “Mãe Solteira”, “Foi Contigo” e “Desgostos de Amor”. É esse mesmo ano de 1995 que marcou uma nova etapa na vida de Ágata, uma faceta mais romântica e harmoniosa, com a edição de “Escrito no Céu”, onde se destacam os temas “Comunhão de Bens”, “Não mereço tanta dor” e “Quando as luzes se apagarem”.

Em 1998 iniciou-se um novo capítulo na história e carreira de Ágata, com o nascimento do seu 2º filho – Francisco, a quem dedicou uma música no álbum que nesse ano edita - “De hoje em diante”.

Em 2000, “Sozinha”, um tema composto por Ricardo Landum, deu nome a um novo trabalho, cujas letras são bastante actuais, que nos falam de relações acabadas, desilusões e mágoas amorosas, mas que não fogem do estilo musical desta cantora, que prima pela sensibilidade.

Numa retrospectiva da sua carreira, surgiu nos escaparates musicais em 2001 o álbum “20 anos”, uma compilação com os temas que fizeram sucesso na voz de Ágata, mas onde se pode igualmente conhecer 4 temas inéditos.

Em 2002 é editado “Viver a dois”, a expressão de empenhamento, a recriação de momentos que ao longo de 13 temas transitam sem complexos, entre as emoções contraditórias da alegria, tristeza, saudade, sonho e vontade.

Em 2004 apresenta um álbum duplo, com a particularidade de cada cd ser gravado e produzido em estúdios diferentes.

Com a entrada de 2005 surge um novo trabalho, intitulado de “Abençoada”, seguindo-se "Sentimentos" em 2006.

É em 2007 que traz ao público português um albúm cheio de emoções , "Anos Luz", com êxitos desde "Juro e Jurarei" e o tema "Anjinhos Inocentes".

Em 2009 Ágata promete voltar, com mais um novo álbum.


 Discografia
1994 - Perfume de Mulher
1995 - Maldito Amor
1995 - Escrito no Céu
1998 - De Hoje em Diante
2000 - Sozinha
2001 - 20 Anos (Compilação)
2002 - Viver a dois
2004 - O Meu Pequeno Fado
2005 - Abençoada
2005 - Romântico (Compilação)
2006 - Sentimentos
2007 - Anos de Luz

 

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16 de Novembro de 2009

Lindo...Lindo...Lindo!...
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16 de Novembro de 2009

publicado por Chicailheu às 16:23 link do post
16 de Novembro de 2009

Carlos Alberto Moniz, (Ilha Terceira, Açores, 2 de agosto de 1948, é um artista, apresentador, maestro, músico e compositor português.

 

Participou em espectáculos em Portugal e no estrangeiro com José Afonso, Adriano Correia de Oliveira e Carlos Paredes, com os quais gravou vários discos.

 

 

Filho de Alberto Moniz da Costa (n. 1911 m. 1999) e de Maria Aida Menezes Bettencourt (n. 1922) (que casaram em 1940 nos Açores). Depois do divórcio de Maria do Amparo Pereira, com quem casou 1973, de quem teve duas filhas, a cantora Lúcia Moniz e a ex-cantora e actriz e actual cabeleireira Sara Moniz. Casou-se com Idália Moniz, em 1991, de quem tem um filho, João Moniz.

 

Escreveu de parceria com José Jorge Letria ao longo de 25 anos, entre outros trabalhos "Rua dos Navegantes" (Prémio "Casa da Imprensa") e a cantata intitulada "Macau um Sonho Oriental", subordinada ao tema da presença dos portugueses no Oriente.

 

Foi membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Autores por dois mandatos (em 1983 e em 1991) voltando a integrar a Direcção desta Sociedade de Novembro de 2001 a Dezembro de 2003. Também foi Presidente da Assembleia-geral do Sindicato Nacional dos Músicos de 2000 a 2004.

 


 Biografia musical


Em 1969 dá-se a sua estreia como cantor em Televisão que ocorreu no programa Zip-Zip na RTP.

Com o grupo Improviso, em 1973, grupo formado por este cantor, Maria do Amparo, Ana Teodósio e José Soares participam no X Grande Prémio da Canção com "Cantiga".

Funda com Pedro Osório e Samuel o grupo SARL (de Sociedade Artística Recreativa Lusitana) que fazem a sua estreia em disco com "De Como A Canção Social.../Funchal, 23" que é editado pela Movieplay, em 1974.

Juntamente com Pedro Osório, Alfredo Vieira de Sousa, Madalena Leal e Maria do Amparo foi, em 1974, um dos fundadores do Grupo Outubro que editam os álbuns "A Cantar Também a Gente se Entende" em 1976 e "Cantigas de ao Pé da Porta" em 1977.

 

Com Maria do Amparo concorre ao Festival RTP da Canção de 1979 com as musicas "A Outra Banda"" e "Camponês Dos Campos De Água", repete esta sua participação, em 1981, com "Olá Rapariga, Olá".

Com o Grupo SARL (de Sociedade Artística Recreativa Lusitana) concorre ao Festival RTP da Canção de 1982 com o tema "Quero Ser Feliz Agora".

Edita com Maria do Amparo, em 1983, o álbum "Música Prapular Portuguesa".

Em 1986, com a sua Banda, concorre de novo ao Festival RTP da Canção com a "Canção para José da Lata''" com letra de Álamo de Oliveira. É o autor, neste ano, de "Uma História ao Fim do Dia", tema da rubrica da RTP que manda os mais novos para a cama.

 

Deslocou-se em 1990, a Zagreb, na qualidade de orquestrador e director de orquestra da canção "Há Sempre Alguém" de Nucha, representante de Portugal no Festival Eurovisão da Canção.

Em 1991 representou Portugal como autor e intérprete no Festival Eurovisão da Canção em Corfu.

Foi o orquestrador e director de orquestra da canção "Amor de Água Fresca" de Dina, em 1992, que representou Portugal no Festival Eurovisão da Canção realizado em Malmo, na Suécia. Ainda nesse ano, a música deste autor e de José Medeiros foi editada num CD.

Em 1998 assume a direcção musical e co-autoria da revista "Isto Vai Com Elas" que esteve em exibição no Teatro Maria Vitória, Parque Mayer.

No ano seguinte lançou, com a sua autoria, um disco de "Marchas e Passodobles" dedicados à Ilha Terceira.

Também em 1999 assume a Direcção Musical e Co-Autoria da revista "O Troilaré O Troilará" que esteve em exibição no Teatro Maria Vitória no Parque Mayer.

Lançou o disco "Clássicos Açorianos", em 1999, e assume a Direcção Musical e Co-Autoria da revista "Tem A Palavra A Revista" que esteve em exibição no Teatro Maria Vitória no Parque Mayer.

No dia 3 de Junho de 2003 realizou no Wonder Bar do Casino Estoril um encontro de amigos a propósito da publicação do seu disco "Herdeiros da Maresia", uma leitura musical dos poetas Sophia de Mello Breyner, Natália Correia, Vitorino Nemésio, Antero de Quental, Emanuel Félix, Eduíno de Jesus, Roberto Carneiro, Marcolino Candeias, Vasco P. da Costa, Álamo Oliveira, José F. Costa, V. Rui Dores e Manuel M. Ferreira.

Participa na compilação "Manhã Clara", em Abril de 2004, que inclui o inédito "E um dia fez-se Abril" (letra de José Jorge Letria e música e voz do autor e no piano de João Paulo Esteves da Silva).

Em 2005 e 2006 assume a Direcção Musical e Co-Autoria das revistas "A Revista É Liiiinda!" e "Já Viram Isto?!..." das revistas que esteviveram em exibição no Teatro Maria Vitória, Parque Mayer.

Em Junho de 2007 este inicia um ciclo de actuações no DUARTELOUNGE no Casino Estoril, dedicado á Música Popular Açoriana, acompanhado em palco por Domingos Silva ao piano, Nuno Fernandes no contrabaixo e Natália Juskiewicz no violino.

Participou em espectáculos ao vivo como orquestrador ou como instrumentista, em discos com José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Carlos Paredes, Manuel Freire, José Jorge Letria, José Barata Moura, Maria da Fé, José Mário Branco, Toni de Matos, Fernando Tordo, Paulo de Carvalho, Carlos do Carmo, Mário Viegas, José Carlos Ary dos Santos, Lenita Gentil, Brigada Vitor Jara, Chico Buarque de Holanda de entre outros.

Ao longo da sua carreira actuou em Portugal, Espanha, Itália, França, Países Baixos, Bélgica, Suíça, Reino Unido, Noruega, Suécia, Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental, antiga União Soviética, Bulgária, (antiga) Jugoslávia, Estados Unidos da América, Canadá, Brasil, Macau (na República Popular da China), Senegal, Angola, Timor-Leste.

 

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14 de Novembro de 2009

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14 de Novembro de 2009

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14 de Novembro de 2009

Duo Ouro Negro

 

 

Composto por Raul Indipwo e Milo MacMahon, o Duo Ouro Negro nasceu aquando da partida de um terceiro elemento da banda onde ambos já actuavam e que se chamava simplesmente Ouro Negro.

Nascidos e criados no Sul de Angola, Milo e Raul conhecem-se desde infância e resolvem, em 1959, formar o Duo Ouro Negro, cujo repertório, que incluía baladas e danças, era descrito como sendo de folclore angolano, das suas várias étnicas e línguas.
No mesmo ano da sua formação, dão um espectáculo em Luanda e deslocam-se a Lisboa, obtendo bastante sucesso nas suas actuações no Cinema Roma e no Casino do Estoril. Após terem gravado três álbuns em Portugal, regressam ao seu país.

O êxito dos primeiros discos vale-lhes muitos concertos e a presença em programas de rádio e TV nacionais.
Entre 60 e 63, realizam várias digressões na Europa, nomeadamente em Espanha (onde recebem, na Embaixada Portuguesa, a Medalha de Mérito), França, Suécia e Finlândia. Após a gravação do seu álbum "Mulowa", estreiam-se no conceituado Olympia de Paris.

Em 1966 recebem, em Lisboa, nova distinção, desta feita, o prestigiado Prémio da Imprensa. No mesmo ano, actuam na Salle Garnier da Ópera de Monte Carlo para os príncipes do Mónaco. Desdobram-se ainda em concertos, nomeadamente no Rio de Janeiro, onde são mesmo galardoados com a Medalha de Ouro. Ainda em 1967, foram uma das grandes atracções do espectáculo de comemoração do vigésimo aniversário da UNICEF, em Paris, numa actuação que foi transmitida em directo para mais de 200 milhões de telespectadores.
Em seguida foi a vez do Canadá, (onde foram convidados para actuar na Gala de Abertura da terceira edição do MIDEM), a Bélgica, Alemanha, Jugoslávia (Festival de Split), ficarem a conhecer o Duo Ouro Negro.

Em Portugal, colaboram com a RTP em vários programas de variedades. Concebem e apresentam "A Rua d'Elisa", uma opereta africana com música, texto, coreografia e direcção de cena a seu cargo. Em 1968, actuam pela primeira vez nos EUA, em Chicago, e assinam um contrato de representação com a Columbia Artists Management, aproveitando para preparar uma futura e mais extensa passagem pelo país, que acontece em 1970. Antes disso gravam, na Argentina, o álbum "Ouro Latino", editado em Portugal com o nome "Sob O Signo De Iemanjá".
Após a digressão norte-americana, seguem-se passagens pelo Japão, onde actuam na Expo-70, em Osaka. Lá, gravam vários discos, como "O Espectáculo É Ouro Negro".
Em seguida, de novo em Lisboa, recebem mais uma vez o Prémio da Imprensa, graças ao espectáculo "Blackout", e anunciam a intenção de abandonar as canções mais frívolas como "Maria Rita" e "Silvie", e se dedicarem à divulgação do folclore angolano.


Aproveitando o sucesso e a projecção que a banda lhes conferiu, Milo e Raul tornam-se sócios de uma empresa mineira em Angola. Na mesma altura, Raul descobria um interesse pela pintura, fazendo a sua primeira exposição em Lisboa, em 1973.
Após a Revolução de 25 de Abril de 1974, o duo continuou a sua carreira, desta feita, com uma dose de extroversão e libertarismo psicadélico. Nesse ano, compõem, para o Festival da Canção, o tema "Baile Dos Trovadores", interpretado por Rita Olivais.

No ano seguinte, voltam ao Olympia de Paris para um concerto único, do qual resulta a edição do respectivo álbum ao vivo.
A partir do final da década, a carreira do duo passa por um período de abrandamento, com o par a concentrar-se mais no trabalho de estúdio, do qual resultam álbuns como "Lindeza" (1978), "Aos Nossos Amigos" (1984) e "África Latina"(1986). Pelo meio, têm algumas produções em palco, como o espectáculo "Império de Iemanjá", apresentado no Teatro da Trindade, em 1981.

A morte de Milo MacMahon, no final da década de 80, colocou um fim óbvio na carreira do Duo Ouro Negro.

 

Raul Indipwo inicia então uma carreira a solo mas, após a criação da Fundação Ouro Negro, esta tem-se resumido a actuações em saraus e espectáculos de benemerência, e dedicou-se à Pintura, sendo um Hoby e ao mesmo tempo um refúgio. 

 

 

publicado por Chicailheu às 19:20 link do post
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