Musicalidades Variadas
Gosto muito de música e danças!
12 de Novembro de 2010

publicado por Chicailheu às 16:48 link do post
29 de Junho de 2010

No cartaz de espectáculos das Festas Sanjoaninas deste ano, entre outros participou o Cantor e compositor: RUI VELOSo, de quem gosto de quase todas as suas músicas e letras de Carlos Tê.

 

Não fui ver o espectáculo, que quanto ouvi dizer foi o melhor, mas era pago, e tinha-se de comprar uma pulseira electrónica.

 

Nos outros anos, sempre houve espectáculos com figuras de cartaz do nosso País, e nunca se pagou.

 

Mais um reflexo da maldita CRISE!!!

 

Mas deitada na minha cama, ouvia os acordes e a sonoridade, e ia cantando baixinho, pois sei a a maioria das letras de cor!

 

 

Tenho dois CDS de Rui Veloso, e vou ouvindo alguns YouTubes, o que não é a mesma coisa...mas dá para matar o desejo de vez em quando!

 

Por isso, hoje escolhi postar o youtube: Todo o Tempo do Mundo- do qual muito gosto!

 

publicado por Chicailheu às 18:04 link do post
18 de Novembro de 2009

Maria Fernanda Pereira de Sousa (Lisboa, 11 de Novembro de 1959), de seu nome artístico Ágata, é uma cantora portuguesa.


 Biografia


Aos catorze anos gravou aquele que foi o seu primeiro trabalho discográfico intitulado "Heróis Trabalhadores". Nesse ano entrou para o Centro de Preparação de Artistas da Emissora Nacional, onde frequentou o curso de música e arte.

Em 1974 gravou o disco "Já não estou sozinha". Percorre o país ao lado de grandes nomes da canção portuguesa, como António Calvário, Tony de Matos, Maria de Lourdes Resende, Fernando Farinha, entre muitos outros.

Tinha apenas 17 anos quando integrou a formação das Cocktail com quem grava vários discos. Conjuntamente com Tozé Brito, empresta a sua voz ao tema da série "Abelha Maia".

Em 1979 gravou o tema "Caso Meu" da telenovela brasileira "Dona Xepa" e interpretou em dueto com Art Sullivan o tema "L'amour a la Française".

Participou no Festival RTP da Canção em 1982, com o tema "Vai mas Vem" que lhe valeu o Prémio de Revelação do Ano.

Fez espectáculos de Verão com as Doce, onde permaneceu até à extinção do grupo.

Em 1986 é editado o single "Quentinha e boa", e cerca de um ano depois "Amor Latino", seguindo-se "Louca por ti" dirigido por Toy.

Mudou de nome artístico para Ágata. Nesse ano, verificou-se também a mudança de editora e, com a colaboração de Ricardo Landum, gravou o álbum “Perfume de Mulher”. Atingiu o seu primeiro disco de platina. Um êxito que se manteve por 52 semanas no Top do Made In Portugal.

Em 1995 seguiram-se mais alguns sucessos como “Maldito Amor”, “Tudo foi por ciúme”, “Mãe Solteira”, “Foi Contigo” e “Desgostos de Amor”. É esse mesmo ano de 1995 que marcou uma nova etapa na vida de Ágata, uma faceta mais romântica e harmoniosa, com a edição de “Escrito no Céu”, onde se destacam os temas “Comunhão de Bens”, “Não mereço tanta dor” e “Quando as luzes se apagarem”.

Em 1998 iniciou-se um novo capítulo na história e carreira de Ágata, com o nascimento do seu 2º filho – Francisco, a quem dedicou uma música no álbum que nesse ano edita - “De hoje em diante”.

Em 2000, “Sozinha”, um tema composto por Ricardo Landum, deu nome a um novo trabalho, cujas letras são bastante actuais, que nos falam de relações acabadas, desilusões e mágoas amorosas, mas que não fogem do estilo musical desta cantora, que prima pela sensibilidade.

Numa retrospectiva da sua carreira, surgiu nos escaparates musicais em 2001 o álbum “20 anos”, uma compilação com os temas que fizeram sucesso na voz de Ágata, mas onde se pode igualmente conhecer 4 temas inéditos.

Em 2002 é editado “Viver a dois”, a expressão de empenhamento, a recriação de momentos que ao longo de 13 temas transitam sem complexos, entre as emoções contraditórias da alegria, tristeza, saudade, sonho e vontade.

Em 2004 apresenta um álbum duplo, com a particularidade de cada cd ser gravado e produzido em estúdios diferentes.

Com a entrada de 2005 surge um novo trabalho, intitulado de “Abençoada”, seguindo-se "Sentimentos" em 2006.

É em 2007 que traz ao público português um albúm cheio de emoções , "Anos Luz", com êxitos desde "Juro e Jurarei" e o tema "Anjinhos Inocentes".

Em 2009 Ágata promete voltar, com mais um novo álbum.


 Discografia
1994 - Perfume de Mulher
1995 - Maldito Amor
1995 - Escrito no Céu
1998 - De Hoje em Diante
2000 - Sozinha
2001 - 20 Anos (Compilação)
2002 - Viver a dois
2004 - O Meu Pequeno Fado
2005 - Abençoada
2005 - Romântico (Compilação)
2006 - Sentimentos
2007 - Anos de Luz

 

publicado por Chicailheu às 21:11 link do post
16 de Novembro de 2009

Carlos Alberto Moniz, (Ilha Terceira, Açores, 2 de agosto de 1948, é um artista, apresentador, maestro, músico e compositor português.

 

Participou em espectáculos em Portugal e no estrangeiro com José Afonso, Adriano Correia de Oliveira e Carlos Paredes, com os quais gravou vários discos.

 

 

Filho de Alberto Moniz da Costa (n. 1911 m. 1999) e de Maria Aida Menezes Bettencourt (n. 1922) (que casaram em 1940 nos Açores). Depois do divórcio de Maria do Amparo Pereira, com quem casou 1973, de quem teve duas filhas, a cantora Lúcia Moniz e a ex-cantora e actriz e actual cabeleireira Sara Moniz. Casou-se com Idália Moniz, em 1991, de quem tem um filho, João Moniz.

 

Escreveu de parceria com José Jorge Letria ao longo de 25 anos, entre outros trabalhos "Rua dos Navegantes" (Prémio "Casa da Imprensa") e a cantata intitulada "Macau um Sonho Oriental", subordinada ao tema da presença dos portugueses no Oriente.

 

Foi membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Autores por dois mandatos (em 1983 e em 1991) voltando a integrar a Direcção desta Sociedade de Novembro de 2001 a Dezembro de 2003. Também foi Presidente da Assembleia-geral do Sindicato Nacional dos Músicos de 2000 a 2004.

 


 Biografia musical


Em 1969 dá-se a sua estreia como cantor em Televisão que ocorreu no programa Zip-Zip na RTP.

Com o grupo Improviso, em 1973, grupo formado por este cantor, Maria do Amparo, Ana Teodósio e José Soares participam no X Grande Prémio da Canção com "Cantiga".

Funda com Pedro Osório e Samuel o grupo SARL (de Sociedade Artística Recreativa Lusitana) que fazem a sua estreia em disco com "De Como A Canção Social.../Funchal, 23" que é editado pela Movieplay, em 1974.

Juntamente com Pedro Osório, Alfredo Vieira de Sousa, Madalena Leal e Maria do Amparo foi, em 1974, um dos fundadores do Grupo Outubro que editam os álbuns "A Cantar Também a Gente se Entende" em 1976 e "Cantigas de ao Pé da Porta" em 1977.

 

Com Maria do Amparo concorre ao Festival RTP da Canção de 1979 com as musicas "A Outra Banda"" e "Camponês Dos Campos De Água", repete esta sua participação, em 1981, com "Olá Rapariga, Olá".

Com o Grupo SARL (de Sociedade Artística Recreativa Lusitana) concorre ao Festival RTP da Canção de 1982 com o tema "Quero Ser Feliz Agora".

Edita com Maria do Amparo, em 1983, o álbum "Música Prapular Portuguesa".

Em 1986, com a sua Banda, concorre de novo ao Festival RTP da Canção com a "Canção para José da Lata''" com letra de Álamo de Oliveira. É o autor, neste ano, de "Uma História ao Fim do Dia", tema da rubrica da RTP que manda os mais novos para a cama.

 

Deslocou-se em 1990, a Zagreb, na qualidade de orquestrador e director de orquestra da canção "Há Sempre Alguém" de Nucha, representante de Portugal no Festival Eurovisão da Canção.

Em 1991 representou Portugal como autor e intérprete no Festival Eurovisão da Canção em Corfu.

Foi o orquestrador e director de orquestra da canção "Amor de Água Fresca" de Dina, em 1992, que representou Portugal no Festival Eurovisão da Canção realizado em Malmo, na Suécia. Ainda nesse ano, a música deste autor e de José Medeiros foi editada num CD.

Em 1998 assume a direcção musical e co-autoria da revista "Isto Vai Com Elas" que esteve em exibição no Teatro Maria Vitória, Parque Mayer.

No ano seguinte lançou, com a sua autoria, um disco de "Marchas e Passodobles" dedicados à Ilha Terceira.

Também em 1999 assume a Direcção Musical e Co-Autoria da revista "O Troilaré O Troilará" que esteve em exibição no Teatro Maria Vitória no Parque Mayer.

Lançou o disco "Clássicos Açorianos", em 1999, e assume a Direcção Musical e Co-Autoria da revista "Tem A Palavra A Revista" que esteve em exibição no Teatro Maria Vitória no Parque Mayer.

No dia 3 de Junho de 2003 realizou no Wonder Bar do Casino Estoril um encontro de amigos a propósito da publicação do seu disco "Herdeiros da Maresia", uma leitura musical dos poetas Sophia de Mello Breyner, Natália Correia, Vitorino Nemésio, Antero de Quental, Emanuel Félix, Eduíno de Jesus, Roberto Carneiro, Marcolino Candeias, Vasco P. da Costa, Álamo Oliveira, José F. Costa, V. Rui Dores e Manuel M. Ferreira.

Participa na compilação "Manhã Clara", em Abril de 2004, que inclui o inédito "E um dia fez-se Abril" (letra de José Jorge Letria e música e voz do autor e no piano de João Paulo Esteves da Silva).

Em 2005 e 2006 assume a Direcção Musical e Co-Autoria das revistas "A Revista É Liiiinda!" e "Já Viram Isto?!..." das revistas que esteviveram em exibição no Teatro Maria Vitória, Parque Mayer.

Em Junho de 2007 este inicia um ciclo de actuações no DUARTELOUNGE no Casino Estoril, dedicado á Música Popular Açoriana, acompanhado em palco por Domingos Silva ao piano, Nuno Fernandes no contrabaixo e Natália Juskiewicz no violino.

Participou em espectáculos ao vivo como orquestrador ou como instrumentista, em discos com José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Carlos Paredes, Manuel Freire, José Jorge Letria, José Barata Moura, Maria da Fé, José Mário Branco, Toni de Matos, Fernando Tordo, Paulo de Carvalho, Carlos do Carmo, Mário Viegas, José Carlos Ary dos Santos, Lenita Gentil, Brigada Vitor Jara, Chico Buarque de Holanda de entre outros.

Ao longo da sua carreira actuou em Portugal, Espanha, Itália, França, Países Baixos, Bélgica, Suíça, Reino Unido, Noruega, Suécia, Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental, antiga União Soviética, Bulgária, (antiga) Jugoslávia, Estados Unidos da América, Canadá, Brasil, Macau (na República Popular da China), Senegal, Angola, Timor-Leste.

 

publicado por Chicailheu às 16:03 link do post
11 de Novembro de 2009

Biografia

 

Luís Represas foi desde cedo muito interessado pela música, prova disso é o facto de ter comprado aos 13 anos a sua primeira guitarra.

É em 1976 que funda a banda Trovante, juntamente com João Gil, João Nuno Represas, Manuel Faria e Artur Costa, um grupo que se viria a revelar um dos mais influentes da música popular portuguesa.

Em 1992, e após colaborações bem sucedidas com nomes como Sérgio Godinho, José Afonso, entre outros, os Trovante separam-se e Luís Represas inicia a sua carreira a solo.

 

É, no entanto, em Havana que Luís Represas se refugia para compôr músicas, com a colaboração do baixista português Nani Teixeira e dos cubanos Pablo Milanés (nome maior da música cubana) e Miguel Nuñez (pianista). Pablo Milanés viria a juntar-se mais tarde com Represas para criarem um dos mais reconhecidos duetos nacionais, Feiticeira.

Após uma tournée por todo o país, Represas enche por duas noites a sala do Coliseu dos Recreios, concerto transmitido pela RTP. Produz o disco Cumplicidades com a colaboração de Bernardo Sassetti (pianista de jazz portugês), bem como com Davy Spillane. Faz, após outra tournée, por quatro noites consecutivas e lotadas um concerto no Centro Cultural de Belém, que daria um CD duplo e uma dupla platina.

 

Em 12 de Maio de 1999, a convite do Ex. Presidente da Republica Dr. Jorge Sampaio, Represas regressa ao passado reunindo-se com os Trovante para um espectáculo no Pavilhão Atlântico. Este reencontro foi transmitido pela RTP e trouxe um CD duplo, ao vivo, intitulado Uma Noite Só, atingindo a dupla platina.

 

Também em 1999, Represas aceita o convite para ser a voz, na versão portuguesa, dos temas originais de Phil Collins , na banda sonora do filme de animação da Disney Tarzan.

Na sequência da luta pela causa Timorense (a independência) , Luís Represas é convidado pelo então Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, a deslocar-se a Timor , em visita oficial, levando na bagagem o tema que se tornou num hino à independência e paz do território, Timor.

 

Em 2001 Luís Represas comemora 25 anos de carreira, celebrando-os com concertos no Pavilhão Atlântico e no Coliseu do Porto.

 

Em 2005, no dia 10 de Junho, é condecorado com a Ordem do Mérito por Jorge Sampaio. Em 2008 lançou Olhos nos olhos, com participação de Simone.


 

publicado por Chicailheu às 14:19 link do post
01 de Novembro de 2009

Olavo Bilac (cantor)

Olavo Bilac Alves dos Reis é um cantor português; vocalista da banda Santos & Pecadores. Nascido a 26 de Dezembro de 1967.

 

Para o grande público foi dado a conhecer através do projecto Resistência e do álbum "Palavras ao Vento".

Os Santos & Pecadores lançaram o seu primeiro single, intitulado "Não Voltarei a Ser Fiel", em 1995, e ainda nesse mesmo ano o álbum "Onde Estás?".

 

Um dos marcos da sua carreira foi o convite para participar na regravação do tema "Jardins Proibidos" de Paulo Gonzo.

 

 

Casou-se no Verão passado.

 

publicado por Chicailheu às 10:29 link do post
31 de Outubro de 2009

Lena d'Água (Lisboa, 16 de Junho de 1956), é uma cantora portuguesa.


Biografia
Lena d'Água começou por cantar com os Beatnicks, ainda na década de 70. Participou no Festival RTP da Canção em 1978, fazendo coros para os Gemini, com quem foi ao Festival da Eurovisão em Paris. Em 1980, formou os Salada de Frutas, com Luís Pedro Fonseca e José da Ponte. Com eles gravou o álbum "Sem Açúcar" e o single "Robot/Armagedom".

Sai do grupo com Luís Pedro Fonseca, com quem forma a Banda Atlântida. Lançam o single "Vigaro Lá Vigaro Cá/Labirinto" em final de 1981 e o álbum "Perto de Ti" em 1982.

Ao longo da sua carreira dedicou-se à escrita, fez discos para crianças, foi estrela pop rock nos anos 80, encontrou-se com o Jazz, e gravou "As canções do século".

Participou no grupo de música popular Gallandum e, em 1999, colaborou com a Brigada Victor Jara num dos temas do disco "Novas Vos Trago". Tem alguns projectos ao vivo: um dedicado a Billie Holiday, outro a Elis Regina e um terceiro apenas com autores portugueses (José Mário Branco, Sérgio Godinho, Jorge Palma e Luís Pedro Fonseca), cuja edição em DVD foi ultimada no ano em que comemorou os seus 50 anos de vida.

A Lena d'Agua é filha dum dos melhores jogadores de sempre do futebol portugês, o José Águas e irmã do também interbacional Rui Águas que acaba de ingressar na equipa técnica do Benfica.

 

Discografia
1979 – Qual é Coisa, Qual é ela? (para as crianças)
1979 - O nosso Livro/ A cantiga da Babá (single)
Com Salada de Frutas:

1980 – Sem Açúcar
1981 – Robot/Armagedom (single)
Com a Banda Atlântida:

1981 – Vígaro cá, vígaro lá/Labirinto (single)
1982 – Perto de ti
1983 – Papalagui/Jardim Zoológico (single)
1984 – Lusitânia
A solo:

1986 – Terra Prometida
1987 – Aguaceiro
1989 – Tu Aqui
1992 – Ou Isto ou Aquilo (para as crianças)
2007 – Sempre, ao vivo no Hot Clube (CD e DVD)
Com Helena Vieira e Rita Guerra:

1993 – As Canções do Século

[editar] Compilações
1996 – Demagogia (colectânea)
1996 – O Melhor de Lena D'Água - Sempre Que o Amor Me Quiser (colectânea)

 

publicado por Chicailheu às 06:37 link do post
28 de Setembro de 2009

 

Vicente Maria do Carmo Noronha da Câmara nasceu em Lisboa, a 7 de Maio de 1928, no seio de uma família aristocrática. Filho de D. João da Câmara, uma referência maior na locução na antiga Emissora Nacional, começa a demostrar interesse pelo fado, ao assistir, aos nove anos, aos ensaios da sua tia, a muito respeitada fadista, D. Maria Teresa de Noronha, Condessa de Sabrosa, e do seu tio-avô D. João Do Carmo de Noronha (um dos primeiros a gravar fados em disco).


Aos 20 anos, incentivado pela tia, começa a cantar os seus próprios fados, estreando-se na Emissora Nacional, após ganhar um concurso musical. Dois anos depois, assina o seu primeiro contrato discográfico com a Valentim de Carvalho, e grava os seus primeiros temas (”Fado Das Caldas”, “Varina” ou “Oração”). Entre 1955-56, compõe um dos seus fados mais populares, “A Moda Das Tranças Pretas”, numa altura em que trabalhava como Inspector de Vendas da CIDLA.

 


Vicente da Câmara tocou guitarra e cantou nos tempos livres, actuando um pouco por todo o país e em programas de televisão e rádio, chegando inclusivamente a ter, em meados dos anos 60, um famoso programa de fados em directo no ex-Rádio Clube Português. Em 1961, deixa a Valentim de Carvalho, que acusa de não se interessar pelo seu trabalho. Assina então novo contrato discográfico, desta feita com a Rádio Triunfo, para a qual trabalha durante muitos anos, voltando a gravar alguns dos seus anteriores discos e vários EP’s que incluem fados como “Guitarra Soluçante”, “Andei Procurando O Fado” ou “As Quadras Que Te Vou Cantando”. Mais tarde, já na década de 70, edita, pela mesma editora, alguns álbuns, dos quais se destacam: “O Fado Antigo É Meu Amigo” e “É Tudo Como Era Dantes”. Apresenta-se ao vivo com regularidade e, em 1974, está na “Taverna do Embuçado”, onde actua durante algum tempo.

Em 1982, começa a dar cada vez mais espectáculos no estrangeiro e actua, nos anos que se seguem, em eventos de importância na China, Malásia, Coreia ou Hong-Kong.
Em 1988, participa no álbum de estreia do seu filho, José da Câmara, hoje um dos valores seguros da nova fadistagem, com temas como “Fragata Da Borda D’Água”, “Lembranças Do Passado” e recriando em dueto com José, “A Moda Das Tranças Pretas”.
Em 1989, assinala os seus 40 anos de carreira com um espectáculo no Cinema Tivoli, em Lisboa, no qual passa o testemunho ao filho José, afirmando que “já tem um continuador”. Nos anos seguintes, Vicente da Câmara, continua a apresentar-se ao vivo e, em 1992, volta a actuar na Ásia, cantando na Coreia e em Hong Kong, e depois em África, nomeadamente na África do Sul e em Moçambique. Um ano depois, colabora com os filhos José e Nuno da Câmara, no álbum “Tradição”, de homenagem à sua tia Maria Teresa de Noronha. Em 1994, o disco é apresentado num espectáculo ao vivo realizado na Aula Magna, em Lisboa. No mesmo ano, a Movieplay edita, na colecção “O Melhor Dos Melhores”, em dois discos (um a solo e outro com Maria Teresa de Noronha), alguns dos temas que tinha gravado nos anos 60 e 70 para a Rádio Triunfo.


Em 1997, apesar do interesse da sua editora em lançar um novo disco seu, Vicente da Câmara, afirma que ainda não tem temas preparados para o novo trabalho por ter dado ao filho José as composições que tinha. E é precisamente com o seu filho que grava, em 1999, “Um Nome -Duas Gerações”.

 

publicado por Chicailheu às 06:39 link do post
15 de Setembro de 2009

Ao quarto trabalho de originais (quinto na lista da sua discografia) Joana Amendoeira reafirma, sem equívocos, que a definição actual de Fado não se demarca, irrefutavelmente, do seu nome.

 À Flor da Pele, muito mais que uma confirmação, é o corolar de uma carreira brilhante, assente numa progressiva depuração de um estilo muito pessoal e único.

Falar de À Flor da Pele é falar também de poesia, e por isso não deixa de ser evidente o critério manifestado na escolha dos poemas presentes neste trabalho, tanto mais que alguns deles foram 'encomendados' a alguns dos mais prolíferos e criativos autores da nossa praça: José Luís Peixoto, Pedro Assis Coimbra, Rodrigo Serrão ou Helder Moutinho.

 

A colaboração com Custódio Castelo, figura cada vez mais proeminente na revitalização do novo Fado, responsável pela direcção musical deste disco, augura ventos de mudança e esses ventos que sopram lá fora, facilmente deixam transparecer que o talento de Joana Amendoeira é também ele libertino, desenvolto, não se aprisiona nem se conforma. É assim como um lápis de carvão que de encontro à folha branca, se desfaz em autêntico desvario, revelando traços de uma paixão condescendente.

Joana Amendoeira assume-se como uma referência incontornável do novo Fado, e se verdade é que o Fado se generalizou, com o bom e o mau que isso possa acarretar, não menos verdade é que quando a poeira da mediatização acabar por assentar, restarão aqueles que de forma inteligente prescindiram das estratégias de marketing e das manobras de contágio colectivo.

 

Porque o Fado, mais que uma expressão musical, é uma peculiar manifestação de vida, apenas digna daqueles que o vivem plenamente de alma e coração, daqueles que lhe sentem o ardor da paixão e o carregam incondicionalmente à flor da pele.


publicado por Chicailheu às 16:17 link do post
14 de Setembro de 2009

Lena d'Água (Lisboa, 16 de Junho de 1956), é uma cantora portuguesa.


Biografia
Lena d'Água começou por cantar com os Beatnicks, ainda na década de 70. Participou no Festival RTP da Canção em 1978, fazendo coros para os Gemini, com quem foi ao Festival da Eurovisão em Paris. Em 1980, formou os Salada de Frutas, com Luís Pedro Fonseca e José da Ponte. Com eles gravou o álbum "Sem Açúcar" e o single "Robot/Armagedom".

Sai do grupo com Luís Pedro Fonseca, com quem forma a Banda Atlântida. Lançam o single "Vigaro Lá Vigaro Cá/Labirinto" em final de 1981 e o álbum "Perto de Ti" em 1982.

Ao longo da sua carreira dedicou-se à escrita, fez discos para crianças, foi estrela pop rock nos anos 80, encontrou-se com o Jazz, e gravou "As canções do século".

Participou no grupo de música popular Gallandum e, em 1999, colaborou com a Brigada Victor Jara num dos temas do disco "Novas Vos Trago". Tem alguns projectos ao vivo: um dedicado a Billie Holiday, outro a Elis Regina e um terceiro apenas com autores portugueses (José Mário Branco, Sérgio Godinho, Jorge Palma e Luís Pedro Fonseca), cuja edição em DVD foi ultimada no ano em que comemorou os seus 50 anos de vida.


A Lena d'Agua é filha dum dos melhores jogadores de sempre do futebol portugês, o José Águas e irmã do também interbacional Rui Águas que acaba de ingressar na equipa técnica do Benfica.

publicado por Chicailheu às 21:16 link do post
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