Musicalidades Variadas
Gosto muito de música e danças!
24 de Agosto de 2009

publicado por Chicailheu às 21:04 link do post
24 de Agosto de 2009

 

Pegou em muitas das músicas antigas e deu-lhes novos arranjos. Ao resultado final chamou Pulsação, precisamente porque a nova roupagem está mais próxima da sua actual realidade.

Ao vivo conta com músicos de peso e num número pouco comum ao que estamos habituados, o que sem dúvida dota o espectáculo de outra qualidade sonora. Saímos todos a ganhar.

Biografia

Susana Félix nasceu em Torres Vedras a 12 de Outubro de 1975. Apaixonada pelas artes desde sempre, dedicou-se ao canto bem cedo e em 1988, com apenas 12 anos, vence a Grande Noite do Fado, no Coliseu dos Recreios de Lisboa. O tema interpretado foi "Maria da Cruz", um tema de Amália, que a mãe lhe ensinou. De 1989 a 1994 fez teatro amador na sua terra natal. Foi igualmente campeã de patinagem artística.

Em 1995 participa no programa da RTP “Selecção Nacional” e inicia os seus estudos musicais na Academia de Amadores de Musica.

Ainda nesse ano é escolhida pela Disney para cantar as músicas da personagem principal do filme Pocahontas. Mais tarde participou nos filmes Hércules e Rei Leão II: O Orgulho de Simba.

Começa entretanto a trabalhar como cantora de estúdio gravando vários "spots" publicitários e participando no disco “ A cor da fogueira” de Mafalda Veiga e passando a fazer parte integrante da banda da cantora como voz de apoio.

Participa no programa “Todos ao Palco” de Filipe La Féria e é convidada a actuar como actriz e cantora no musical “ Camaleão Virtual Rock” e no espectáculo “40 anos de RTP”

Em 1997 colabora nos discos de João Pedro Pais e Luís Represas.

Em 1998 começa a compor e inicia as gravações do seu disco de estreia. No ano seguinte é editado o álbum “Um Pouco Mais” com temas como “Mais olhos que Barriga” (da autoria de Mafalda Veiga) e “ Um Lugar Encantado”. Em 2000 percorre o país de norte a sul numa digressão de 40 espectáculos

 

 Em 2001 continua a sua digressão e participa como actriz na série “Crianças SOS” e na telenovela “Ganância”. Susana Félix escreveu um tema para a banda sonora da telenovela.

Durante o mesmo ano a TVI convida Susana Felix para compor parte da banda sonora da série “Anjo Selvagem” e é nomeada para os “Prémios Expresso” na categoria de música.

Em 2002 dirige a parte vocal do disco “Winter Day..s “ dos portugueses Spelling Nadja e compõe parte da banda sonora da telenovela “Amanhecer”. No mesmo ano edita o seu segundo álbum de originais “Rosa e Vermelho”.

Em 2003 produz, em conjunto com Nuno Faria e Fernando Abrantes, o disco “Mar Confidente” de Joana Melo.

Durante o ano de 2004 esteve em cena no Teatro S.Luiz como actriz/cantora no musical “Portugal-Uma Comédia Musical”, com encenação de António Feio e música de Sérgio Godinho.

O ano de 2005 foi dedicado à composição, pré-produção, e gravação do seu terceiro álbum de originais “Índigo”. O referido disco foi editado no início de 2006 com a produção e os arranjos a cargo da própria Susana Félix e de Renato Júnior. Neste disco aparece também como compositora e assina a maioria das letras. O primeiro single foi "Flutuo".

Também no início de 2006 coordenou artisticamente o espectáculo “Sexta-Feira 13 – O Musical dos Xutos e Pontapés (musical estruturado nas canções do grupo).

Susana Félix participou também na 1ª Temporada de Dança Comigo, sendo uma das semi-finalistas.

Ainda em 2006 participou como actriz na série “ Nome de Código: Sintra” realizada por Jorge Paixão da Costa , transmitida pela RTP, E na série “Uma Aventura” transmitida pela SIC. Foi ainda convidada para escrever e interpretar o hino oficial da Raríssimas (associação nacional de deficiências mentais e raras) compondo o tema “O mesmo olhar”.

Em 2007 edita o seu quarto álbum "Pulsação" que reúne temas dos seus discos anteriores, temas esse revisitados (rearranjados e regravados) e ainda dois originais, sendo um deles o single de avanço “(Bem) Na Minha Mão”. Participa igualmente numa gala da Operação Triunfo da RTP1 com 2 concorrentes da OT e no "Diz que é uma espécie de magazine" interpretando "Não sou o único" dos Xutos e Pontapés.

 

 

 

publicado por Chicailheu às 20:36 link do post
23 de Agosto de 2009

Adoro esta canção...
publicado por Chicailheu às 10:21 link do post
23 de Agosto de 2009

Paco Bandeira é o nome artístico pelo qual se tornou conhecido Francisco Veredas Bandeiras que nasceu 2 de Maio de 1945, na cidade alentejana e fronteiriça de Elvas, Portugal.

 

As características da sua região natal, tais como as planícies e as searas, a interioridade da província portuguesa, a fronteira com a Extremadura, de Espanha, acabaram por marcar indelevelmente a sua música. Também a época em que viveu, num período de ditadura e opressão das classes populares, de censura, do 'salto' ou emigração para outros países europeus, do contrabando, das populações itinerantes de ciganos, da guerra colonial em África, deixou marcas nos seus temas.

Foi casado e tornou-se pai de duas filhas. Ingressou no serviço militar, passando três anos em Angola como primeiro-cabo num regimento de transmissões.

Tem 3 filhas, Paula, Conceição e Constança e 4 netos Rúben, Jéssica, Carlota e Rita.


 Carreira artística

Aprendeu a tocar guitarra com a ajuda de um tio e aos 14 anos torna-se guitarrista e vocalista do grupo Cuban Boys, com o qual deu vários concertos em Portugal e Espanha. Também, durante cinco anos, foi locutor da estação regional Extremadura-Badajoz da rádio espanhola S.E.R. Acabou por se tornar conhecido por Paco devido à ascendência espanhola da sua família e pela sua actividade inicial em Espanha, onde os Franciscos são chamados de Pacos, Panchos ou Curros.

 

Assim, por hábito, os seus colegas da rádio começaram a chamá-lo Paco. Tiraram-lhe também o 'S' do apelido Bandeiras, porque em Espanha também é natural singularizar o nome das pessoas, dando-lhes mais importância. Veio portanto a ficar conhecido por Paco Bandeira, nome que acabou por adoptar definitivamente. Conforme o próprio cantor referiu em entrevista, poucos hoje o chamam de Francisco. Entre os seus familiares, só os seus irmãos o costumam chamar pelo diminutivo 'Chiquinho'.

Após o serviço militar, ao regressar a Portugal, começa a compor os seus próprios temas, e só então passa a cantar em português, a partir de 1972, como solista, pela mão de Hermínia Silva, no Solar daquela famosa artista, no qual Paco tinha começado por trabalhar quando veio para Lisboa.

 

O primeiro dos seus sucessos foi "A Minha Cidade" (mais conhecida por "Ó Elvas, Ó Elvas"), seguindo-se outros tantos êxitos, tais como "É Por Isso Que Eu Vivo", "Chula da livração" ou "Ceifeira Bonita". Em consequência destes êxitos, inicia uma intensa carreira internacional junto das comunidades portuguesas no estrangeiro, actuando em palcos e televisões de Espanha, Itália, EUA, Austrália ou Canadá.

Em 1982, edita o álbum "Malhas, Malhões e Outras Canções", com arranjos de Pedro Osório, cujo repertório foi registado também num programa para a RTP, intitulado "A Vez e a Voz". Em 1987, as relações entre Paco Bandeira e a RTP deterioram-se, instalando-se uma polémica entre este e o director da estação de televisão pública. No Natal desse ano, Paco Bandeira edita o seu vigésimo disco LP, intitulado "Com Sequências", com letras de Pedro Bandeira Freire. Enquanto isto, despoletava nova polémica, desta feita entre si e o Presidente da Sociedade Portuguesa de Autores, de cuja direcção Paco se demitiu.

Bandeira foi também membro e tesoureiro da UPAV (União Portuguesa de Artistas de Variedades). Em 1991, apresenta-se no Teatro Rivoli, no Porto, para um espectáculo onde o conjunto de António Mafra foi o convidado especial. Na mesma altura, Paco era reconhecido como "um cantor que soube acompanhar o seu público", registando mais alguns temas de sucesso como "O Sol do Mendigo", "Minha Quinta Sinfonia", ou "A Ternura dos Quarenta".

Na sua carreira, conta ainda com participações em programas de TV no Brasil, Turquia, Bulgária ou Israel, algumas das vezes com difusão pelas redes da Eurovisão, da OTI e da Intervisão.

Em 1992, apresenta em Lisboa, no Teatro Municipal de São Luís, o seu disco "Aqui Para Nós", em que cada ingresso dava direito a um CD.

Em 1994, edita o seu vigésimo quinto álbum intitulado "Cantigas Entrelaçadas", na mesma altura que preparava um programa para a RTP intitulado "Cantares de Amigo", exibido um ano depois. Compõe, na mesma altura, a banda sonora da telenovela "Roseira Brava", e uma série de programas para a Rádio Comercial intitulados "Cantos da Casa".

Parecia então que Paco Bandeira entrava da melhor maneira nos seus cinquenta anos de idade, até que em 1996, a sua vida é agitada pela morte da sua mulher em circunstâncias trágicas.

Em 2006 lança uma antologia de alguns dos seus maiores sucessos, num duplo álbum intitulado "Paco Bandeira: Uma vida de canções", que se torna um enorme sucesso de vendas.

Em Outubro de 2007 editou o álbum "Canto do espelho", com dez temas originais, cinco dos quais contam com os coros a cargo do Coral Harmonia de Santiago do Cacém.


 Fim da Carreira
Em 17 de Novembro de 2007 o cantor realizou um concerto no Coliseu de Elvas, que considerou um ponto final na sua carreira musical, pelo menos no que a discos diz respeito.


 

publicado por Chicailheu às 10:14 link do post
22 de Agosto de 2009

recados de magico e mistico

 

publicado por Chicailheu às 18:05 link do post
22 de Agosto de 2009

Sempre linda de se ouvir!
publicado por Chicailheu às 02:51 link do post
22 de Agosto de 2009

 

Sara Tavares , ainda que em início de carreira, é uma jovem cantora que já angariou, contudo, prêmios e boas críticas que lhe tem proporcionado um lugar de destaque no panorama musical português.   Cidadã portuguesa e caboverdiana por ascendência e coração, ela é apontada hoje como uma das revelações da música contemporânea portuguesa.
                         Sua música remete ao pop, mas também à música africana, sobretudo àquela feita em Cabo Verde, pequeno país africano cuja música legou-nos nos últimos tempos gratas surpresas como Cesária Évora e Lura. 
                        Sara Tavares ganhou certa notoriedade depois de vencer o Festival RTP da Canção, em 1996, gravando, logo em seguida, seu primeiro disco intitulado "Sara Tavares & Shout".  Para divulgar este álbum, Sara Tavares fez espetáculos em diversas partes de Portugal e em alguns outros países. 

 
                              

Em 1998, a cantora luso-caboverdiana começou a gravar seu segundo álbum, "Mi Ma Bô" ('Eu e tu' em crioulo caboverdeano), de marcada influência pop e africana, produzido por ninguém menos que o conceituado cantor e compositor africano Lokua Kanza.  Curiosamente, uma das mais belas faixas do álbum, "Minha Estrela Mãe", é de autoria de Ivan Lins.
Sara Tavares têm sido aclamada pela crítica européia como uma das mais belas vozes da atualidade.  No Brasil, seu trabalho ficou conhecido pela inclusão da faixa "Eu Sei" na trilha sonora da novela "A Padroeira", da Rede Globo de Televisão.


Enquanto não nos brindava com mais um álbum de inéditas, Sara Tavares seguiu apresentando-se em diversas cidades portuguesas e européias. Em novembro de 2005, contudo, a espera dos fãs foi válida: "Balancê (2005) é um delicioso álbum de "canções para embalar gente grande", nas palavras da cantora, no qual Sara Tavares traz as influências musicais africanas, brasileiras e portuguesas que construíram sua carreira até agora.

 

 

 

 

publicado por Chicailheu às 02:45 link do post
21 de Agosto de 2009

                                                                  A que eu mais gosto!...

publicado por Chicailheu às 06:16 link do post
21 de Agosto de 2009

Pedro Abrunhosa (20 de Dezembro de 1960, Porto), é um cantor e compositor português

Autor e compositor de todas as músicas incluídas nos seus álbuns, Pedro Abrunhosa define-se como “cantautor”.

A única foto de Pedro Abrunhosa sem ÒCULOS!

 

Claramente um rosto de um intelecto superior, a sua capacidade de captação do mundo, tornam-no num criativo que vive o seu génio dependente do que ama, como a cidade do Porto. Canções como o Barco para a Afurada, retornam uma nostalgia única revelando a sua imensa vertente poética.
Alvo de um sucesso esmagador de um pais algo parado no tempo nos anos 90, hoje é um prisioneiro do que vende e do seu génio, criando e compondo até hoje.
 

 

 

 

 

Biografia

 

Inicia cedo os estudos musicais. Termina o Curso de Composição do Conservatório de Música do Porto, após o que estuda e trabalha com os professores Álvaro Salazar e Jorge Peixinho. Faz o Curso de Pedagogia Musical com Jos Wuytack.

 

Começa a sua carreira como docente aos 16 anos na Escola de Música do Porto. Dá igualmente aulas no ensino oficial, na Escola do Hot Clube, em Lisboa, e na Escola de Música Caiús. Desenvolve os estudos de Contrabaixo. Funda a Escola de Jazz do Porto e a Orquestra da mesma, que dirige e para a qual escreve.

Trabalha nesta área por toda a Europa com Joe Hunt, Wallace Rooney, Gerry Nyewood, Steve Brown, Todd Coolman, Billy Hart, Bill Dobbins, Dave Schnitter, Jack Walrath, Boulou Ferré, Elios Ferré, Ramon Cardo, Frankie Rose, Vicent Penasse e Tommy Halferty.

Escreve e executa as bandas sonoras dos filmes: “La Lettre” de Manoel de Oliveira (música incidental), “Amour en Latin”, de Serge Abramovic, “Adão e Eva” de Joaquim Leitão e “Novo Mundo” do cartoonista António. Compõe ainda para as peças de teatro Possessos de Amor, A Teia e O Aniversário de Infanta e 150 anos De Bonfim.

 

Em 1994 edita “Viagens”, o seu primeiro álbum com os “Bandemónio”. Atinge vendas recorde de 243.000 unidades atingindo a marca de tripla platina. Neste álbum conta com a participação do saxofonista de James Brown, Maceo Parker. Faz mais de duzentos espectáculos em dois anos. Apresenta-se ainda nos Estados Unidos, Canadá, Brasil, Macau, França, Suíça, Espanha, Luxemburgo, França, Itália e outros.

Lança em 1995 o Maxi-single F, juntamente com um livro, alcançando com ambos um inesperado impacto. Fazia parte do álbum a canção "Talvez", que foi a primeira a ser censurada, em Portugal, em mais de 20 anos.

Em 1996 edita “ Tempo”, o seu segundo álbum de originais. “Tempo” vende acima das 180.000 unidades, ultrapassando a marca de quádrupla platina, tendo logo na primeira semana vendido 80.000 exemplares. Neste álbum trabalha em Minneapolis, Memphis e Nova Iorque com toda a banda de Prince, os New Power Generation e Tom Tucker, seu engenheiro principal. Com estes músicos apresenta-se em digressão.
 

Neste álbum participam ainda Carlos do Carmo, Opus Ensemble e Rui Veloso. Com a música Se Eu Fosse Um dia o Teu Olhar , extraído deste disco para o filme Adão e Eva, bate todos os recordes de bilheteira. Essa música, entretanto editada no Brasil, vende mais de 80 mil cópias.

É convidado por Caetano Veloso a realizar um espectáculo conjunto na Expo 98, realizando a maior enchente da Exposição Universal. É convidado igualmente pelo realizador Manoel de Oliveira para protagonista masculino do filme “La Lettre”, rodado em Paris, Itália, Nova Iorque, Lisboa e Londres. Contracena com Chiara Mastroianni. Com esse filme, laureado no Festival de Cinema de Cannes com o Grande Prémio do Júri, tem a oportunidade de fazer a famosa “subida dos 24 degraus.
Escreve, compõe e produz o musical “Rapaz de Papel”, encomenda do Festival dos Cem Dias. Posteriormente grava todas estas músicas no álbum “Amanhecer”, interpretado por Diana Basto.

 

 

publicado por Chicailheu às 06:02 link do post
20 de Agosto de 2009

Belo Fado...bem cantado e sentido!
publicado por Chicailheu às 00:33 link do post
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